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CONCRETO, FUNDOS ALQUÍDICOS E ESCOLHA DOFUNDO PARA TEXTURA

CONCRETO, FUNDOS ALQUÍDICOS E ESCOLHA DO
FUNDO PARA TEXTURA
Como o concreto se comporta, o que são produtos alquídicos e como
escolher o fundo antes da textura projetada
Nota Técnica NT-TEC-FUN-01 | Revisão 00 | 31 de outubro de 2026
RESUMO
Esta nota técnica orienta a escolha do fundo aplicado sobre
concreto, em especial sobre painéis pré-moldados que receberão textura
projetada. Explica como o concreto se comporta como substrato
(alcalinidade, porosidade, umidade e superfície), o que são os produtos
alquídicos e por que o ligante, e não o solvente, é o que define a
compatibilidade com o álcali. Compara as famílias de fundo disponíveis,
com vantagens, limitações e riscos de cada uma, e indica critérios de
decisão e ensaios de validação do sistema completo. O documento não
substitui ensaio no substrato real nem especificação de projeto.
Palavras-chave: concreto pré-moldado; fundo; resina alquídica; saponificação; textura
projetada; aderência.

  1. OBJETIVO E ESCOPO
    Responder, de forma objetiva, a pergunta que se repete em obras
    de painéis pré-moldados: qual fundo usar antes da textura projetada e
    por quê. O texto cobre o concreto como substrato, a química básica dos
    produtos alquídicos, as famílias de fundo e os critérios de escolha. A
    saponificação é tratada em nota própria e aqui aparece apenas como
    consequência da combinação entre ligante e substrato.
  2. LIMITAÇÕES DESTE DOCUMENTO

*
É documento de orientação técnica. Não constitui laudo,
certificação, parecer de responsabilidade nem garantia de
desempenho.
NT-TEC-FUN-01 | Revisão 00 | Altha Cor Tintas Ltda

*
2
Normas e padrões de acesso comercial restrito foram verificadas
por escopo oficial ou por fonte técnica que as descreve, não por
leitura integral de cláusula.

*

*
O desempenho de qualquer fundo depende do produto específico,
do substrato e das condições de exposição, e deve ser confirmado
por ensaio do sistema completo.
Afirmações marcadas como posição técnica são interpretação da
Althacor e não são atribuídas a fonte externa.
3. O CONCRETO COMO SUBSTRATO
Concreto é um material cimentício de estrutura porosa, formado
por agregados unidos por uma pasta de cimento hidratado. A pasta
contém hidróxido de cálcio, que mantém a solução dos poros fortemente
alcalina[1]. Essa alcalinidade protege a armadura, mas é também o
ambiente que o revestimento encontra. Quatro propriedades do
concreto determinam como a pintura se comporta sobre ele.
3.1 Alcalinidade
Superfícies de concreto e alvenaria são caracteristicamente
alcalinas, com faixa de pH indicada de 8 a 14. Concreto recém-lançado
pode apresentar inicialmente pH de 12 a 14, e a faixa cai para 10 a 12
com o avanço da cura[1]. A carbonatação, reação do hidróxido de cálcio
com o dióxido de carbono do ar, reduz o pH da camada superficial ao
longo do tempo[2]. Superfície carbonatada é menos agressiva ao ligante,
mas isso não dispensa as demais verificações.
3.2 Porosidade e absorção
A porosidade do concreto depende principalmente da relação
água/cimento, do adensamento e da cura. Concreto vibrado, adensado e
com baixa relação água/cimento é denso, de baixa porosidade capilar e
pouca absorção. Em painéis pré-moldados, a fôrma lisa e a vibração
produzem superfície compacta e pouco rugosa. Isso é vantagem de
durabilidade e desvantagem de ancoragem: o fundo tem pouca
rugosidade e pouca sucção para se prender. Posição técnica.
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3.3 Umidade
3
A água é o terceiro componente do mecanismo de degradação
alcalina de ligantes sensíveis. Ela vem da própria tinta úmida, da
umidade atmosférica que atravessa o filme e, em materiais cimentícios,
da água livre da mistura, do lençol ou de infiltrações[1]. Umidade
excessiva no concreto pode causar eflorescência, empolamento,
descascamento e perda de integridade do filme, e revestir sem verificar
a umidade pode resultar em falha severa do sistema[3].
3.4 Condição da superfície
Em painéis pré-moldados, a superfície traz resíduos do processo:
desmoldante, nata de cimento, compostos de cura e poeira. A
preparação de superfície de concreto relaciona expressamente a
remoção de material solto, agentes desmoldantes, eflorescência e
compostos de cura[4]. Nenhum fundo compensa contaminante sob o
filme. Posição técnica quanto à frequência: o desmoldante é a causa
mais comum de baixa aderência em pré-moldado liso.
Tabela 1: Propriedades do concreto e efeito sobre o fundo
Propriedade
Alcalinidade
Porosidade
Umidade
Superfície
Característica no painel pré
moldado
pH de 12 a 14 no concreto jovem;
10 a 12 após cura[1]
Baixa; superfície densa e lisa
(posição técnica)
Efeito sobre o fundo
Exige ligante resistente ao álcali,
sobretudo com umidade presente
Pouca ancoragem mecânica e pouca
sucção
Pode vir de cura, chuva ou
infiltração[1][3]
Desmoldante, nata e
eflorescência[4]
Fonte: elaboração própria a partir de [1], [3] e [4].
Aciona a degradação do ligante
sensível e gera empolamento
Cria plano de baixa coesão sob o
fundo
4. PRODUTOS ALQUÍDICOS: O QUE SÃO E COMO SE COMPORTAM
4.1 Química básica
Resina alquídica é um poliéster modificado com ácidos graxos de
óleos vegetais. A estrutura contém ligações éster, e o filme se forma por
evaporação do solvente seguida de reação de secagem oxidativa, na
qual o oxigênio do ar reticula as cadeias insaturadas do óleo, auxiliada
por secantes metálicos. Essa química explica dois comportamentos: boa
penetração e molhamento do substrato, e sensibilidade das ligações
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4
éster ao meio alcalino úmido[1]. Posição técnica quanto à descrição da
reticulação, que é conhecimento consolidado de química de tintas.
4.2 O que muda entre as variantes
Nem todo produto alquídico responde da mesma forma ao álcali. A
literatura técnica classifica os ligantes quanto à possibilidade de
saponificação: alquídica convencional e tinta a óleo são suscetíveis,
éster epóxi também, a alquídica modificada com uretano tem
suscetibilidade reduzida, e epóxi solvente bicomponente e acrílica são
citadas como resistentes[1]. A classificação é orientativa e depende da
formulação específica.
Tabela 2: Variantes de ligante e comportamento sobre substrato alcalino
Ligante
Alquídica convencional e
tinta a óleo
Éster epóxi
Alquídica modificada com
uretano
Epóxi solvente
bicomponente
Acrílica
Látex de PVA
Suscetibilidade Observação
Sim
Sim
Reduzida
Baixa
Ésteres alquídicos e derivados de óleo de
linhaça[1]
Alquídico modificado; não confundir com epóxi
bicomponente[1]
Ligações uretânicas substituem parte dos
ésteres[1]
Citado como resistente[1]
Baixa
Depende
Fonte: adaptado de [1].
4.3 Solvente não é o critério
Citada como resistente[1]
Alguns látex base água de PVA também
podem ser degradados[1]
Um erro comum é concluir que fundo de base solvente é
inadequado para concreto. O padrão MPI 223 descreve um primer
alcalino-resistente de base solvente para superfícies alcalinas como
reboco, concreto vertical e alvenaria, com acabamento em látex ou
alquídica[5]. O padrão MPI 3 descreve o equivalente de base água[6]. A
conclusão é que o critério de compatibilidade com o concreto é a
resistência do ligante ao álcali, declarada pelo fabricante, e não a
natureza do solvente nem o nome comercial do produto.
4.4 Alquídica emulsionada em água
Produto alquídico emulsionado em água mantém o ligante de
natureza éster. A emulsificação muda a forma de apresentação, mas não
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a química do ligante, de modo que a suscetibilidade ao álcali tende a
permanecer, possivelmente atenuada pela formulação e pela
continuidade do filme. Posição técnica, sem fonte específica para
alquídica emulsionada; a confirmação exige ensaio do sistema sobre o
substrato real.
5. AS FAMÍLIAS DE FUNDO E A ESCOLHA
A tabela compara as famílias de fundo disponíveis para concreto
com textura projetada por cima. As avaliações de vantagem e limitação
combinam a literatura citada com posição técnica, indicada onde não há
fonte externa.
Tabela 3: Famílias de fundo para concreto sob textura projetada
Família Vantagens Limitações e riscos Quando considerar
Fundo acrílico
base água,
alcalino
resistente
Ligante resistente ao
álcali [1][6] ; mesma
família da textura
acrílica, o que favorece
molhamento e
aderência entre
camadas (posição
técnica); baixo odor e
limpeza com água
Pouca penetração em
concreto muito denso;
sensível a chuva nas
primeiras horas; aderência
ao liso exige validação
Primeira opção para
painel com textura
acrílica por cima
Fundo acrílico
com carga ou
agregado fino
Mantém a vantagem
acrílica e acrescenta
rugosidade de
ancoragem sobre
superfície lisa (posição
técnica)
Decantação do agregado
exige homogeneização;
consumo maior;
acabamento áspero
Painel liso e denso,
onde a ancoragem
mecânica é o gargalo
Fundo
alquídico
convencional
(óleo)
Boa penetração e
molhamento; familiar
ao aplicador; bom
isolamento de manchas
Ligante suscetível à
hidrólise alcalina com
umidade[1] ; superfície de
baixa energia pode
prejudicar o molhamento
da textura aquosa (posição
técnica); solvente retido
sob a textura
Evitar em concreto
jovem ou úmido;
considerar só com
concreto curado, seco
e ensaio de
compatibilidade com a
textura
Fundo
alquídico
emulsionado
em água
Menor odor e uso de
água na diluição; custo
contido
Ligante éster mantido
(posição técnica); duplo
risco de sensibilidade à
chuva inicial e ao álcali;
secagem em três etapas
Somente após ensaio
do sistema completo
sobre o substrato real
Fundo
alquídico
modificado
com uretano
ou resistente
a álcali
Suscetibilidade reduzida
ao álcali [1] ; mantém
boa penetração
Custo maior; depende da
declaração do fabricante
Quando se deseja
penetração de base
solvente com
resistência ao álcali
Epóxi solvente
bicomponente
Resistente à
saponificação[1] ; alta
Dois componentes, vida
útil de mistura, custo e
logística; sensível a
5
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Família
Sistemas
minerais
(silicato,
cimento
polímero)
Vantagens
aderência em concreto
(posição técnica)
Natureza mineral,
compatível com o
substrato (posição
técnica)
Limitações e riscos
umidade na aplicação;
pode exigir cuidados de
repintura
6
Quando considerar
Casos críticos ou como
referência de
comparação em painel
Exigem compatibilidade
com a textura acrílica;
menor familiaridade de
aplicação
Quando a
especificação pede
sistema mineral
Fonte: elaboração própria a partir de [1], [5] e [6], com posição técnica nos itens
marcados.
6. CRITÉRIOS DE DECISÃO
A escolha do fundo deve seguir uma sequência de perguntas, e
não uma preferência de produto. A ordem abaixo evita decidir pela
embalagem antes de conhecer o substrato.

1.
2.
3.
4.
5.
Qual é a condição do substrato. Idade, umidade medida,
presença de eflorescência e de desmoldante. Substrato úmido ou
jovem afasta fundos de ligante sensível.
Qual é o acabamento por cima. Textura acrílica aquosa
favorece fundo acrílico, pela compatibilidade entre camadas.
Posição técnica.
Qual é o gargalo do painel. Em superfície lisa e densa, o
gargalo costuma ser ancoragem, o que favorece fundo com carga
fina. Em superfície porosa, o gargalo é a regularização da
absorção, o que favorece fundo penetrante. Posição técnica.
O fabricante declara resistência ao álcali. A declaração em
ficha técnica prevalece sobre o nome ou a categoria[5][6].
O sistema completo foi ensaiado. Fundo mais textura sobre o
substrato real, com aderência entre camadas e ao concreto.
7. FUNDO ANTES DA TEXTURA PROJETADA
A textura projetada é revestimento espesso, aplicado em camada
de espessura relevante e com cargas minerais. Isso impõe exigências
adicionais ao fundo, além da compatibilidade com o concreto.
7.1 Aderência entre fundo e textura
O fundo precisa ser molhável pela textura aquosa. Fundo alquídico
curado tende a formar superfície de baixa energia, o que pode reduzir o
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7
molhamento e gerar aderência irregular entre camadas. Posição
técnica. Fundo acrílico, da mesma família da textura, favorece esse
molhamento, o que explica a preferência por ele nesse caso. A
confirmação depende de ensaio do sistema.
7.2 Tempo de espera e solvente retido
Fundo de base solvente ou alquídico precisa estar seco e com o
solvente liberado antes da textura. Solvente retido sob revestimento
espesso pode gerar bolhas e perda de aderência. O intervalo deve seguir
a ficha técnica do fundo e ser confirmado em painel. Posição técnica.
7.3 Regularização da absorção
O fundo uniformiza a sucção do painel para que a textura não
perca água de forma desigual e não apresente diferença de aspecto. Em
concreto denso, a sucção já é baixa e o efeito é pequeno. O ganho
principal do fundo, nesse caso, é de aderência e não de selagem.
Posição técnica.
7.4 Escolha de acabamento por cima
Se a textura é aplicada sobre o fundo e recebe acabamento, os
três materiais devem ser compatíveis entre si. A verificação de
compatibilidade deve cobrir o sistema completo, e não cada produto
isoladamente.
8. ENSAIOS PARA VALIDAR O SISTEMA
Os métodos não são intercambiáveis. Cada um responde a uma
pergunta diferente, e nenhum valor mínimo é universal.
Tabela 4: Ensaios de validação do sistema fundo mais textura
Ensaio
Arrancamento em
concreto (ASTM
D7234)
Corte em X e grade
(ASTM D3359)
Umidade por película
plástica (ASTM D4263)
O que responde
Resistência de aderência por
tração do sistema ao
concreto[7]
Aderência de película fina;
procedimentos destinados a
substrato metálico[8][9]
Critério e limite
Sem valor mínimo universal; definir
na especificação e registrar o plano
de ruptura[8]
Não usar indiscriminadamente em
revestimento espesso sobre
concreto[8]
Presença de umidade no
concreto[10][3]
Fenolftaleína
Indicativo; pode ser invalidado por
chuva, orvalho e perda de
vedação[3]
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Ensaio
Compatibilidade do
sistema
Resistência à
alcalinidade
O que responde
Alcalinidade superficial, de
forma qualitativa[2]
Aderência entre fundo e
textura, bolhas, destacamento
Comportamento do fundo em
contato com meio alcalino
úmido
Critério e limite
8
Não é critério isolado de liberação
(posição técnica)
Ensaio no painel real, com sistema
completo (posição técnica)
Ensaio acordado com o fabricante do
fundo (posição técnica)
Fonte: elaboração própria a partir de [2], [3], [7], [8], [9] e [10].
Um limite importante: aderência não é preditor de durabilidade.
Valor de arrancamento alto não se traduz proporcionalmente em vida
útil maior[8]. O ensaio serve como verificação de aplicação e de preparo,
não como garantia de desempenho futuro.
9. PERGUNTAS FREQUENTES

  1. Posso usar fundo à óleo sobre placa de concreto pré
    moldado?
    Depende de condições verificáveis. Alquídica convencional é
    suscetível à hidrólise alcalina quando há álcali e umidade[1]. Com
    concreto curado, seco, limpo e com ensaio de compatibilidade com a
    textura aprovado, o risco é reduzido. Sem essas condições, o fundo
    acrílico alcalino-resistente é a escolha de menor risco. Posição técnica
    quanto à ordem de preferência.
  2. Fundo de base solvente é sempre ruim para concreto?
    Não. Há padrão de primer alcalino-resistente de base solvente
    para concreto vertical, reboco e alvenaria[5]. O que importa é a
    resistência do ligante ao álcali, declarada pelo fabricante.
  3. Por que o fundo acrílico é preferido sob textura acrílica?
    Por duas razões: ligante resistente ao álcali[1] e compatibilidade
    entre camadas da mesma família, que favorece o molhamento e a
    aderência entre fundo e textura. A segunda razão é posição técnica e
    deve ser confirmada em ensaio.
  4. O painel é liso e denso. O fundo vai aderir?
    Superfície lisa e de baixa absorção oferece pouca ancoragem.
    Fundo com carga fina, remoção completa do desmoldante e, quando
    necessário, preparo mecânico leve ajudam. A aderência deve ser
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    medida no painel real, pois não depende só do produto. Posição
    técnica.
  5. Basta esperar 28 dias?
    Não. Vinte e oito dias é referência de idade para resistência do
    concreto[11] e prazo usual de mercado, mas não comprova ausência de
    umidade nem de alcalinidade livre. A liberação deve combinar limpeza,
    medição de umidade e compatibilidade do sistema[3][4].
  6. Qual valor de arrancamento devo exigir?
    Não existe valor mínimo universal. A ASTM D7234 é método de
    ensaio e não fixa critério de aceitação[7]. O limite deve ser definido na
    especificação do sistema, com dados do fabricante e acordo prévio, com
    registro do plano de ruptura[8].
  7. Alquídica emulsionada em água é imune ao problema?
    Não há base para tratá-la como imune. A emulsificação não altera
    a natureza éster do ligante. Posição técnica, a confirmar por ensaio do
    sistema sobre o substrato real.
  8. CONSIDERAÇÕES FINAIS
    A escolha do fundo sobre concreto pré-moldado não é questão de
    tipo de solvente nem de preferência de produto. É decisão que combina
    a condição do substrato, a resistência do ligante ao álcali declarada pelo
    fabricante, a compatibilidade com a textura e a validação do sistema
    completo no painel real. Em superfície densa e lisa, o fundo acrílico
    alcalino-resistente, com ou sem carga fina, é a escolha de menor risco
    sob textura acrílica. Fundo alquídico não está excluído, mas exige
    concreto curado e seco, ligante com resistência ao álcali declarada e
    ensaio de compatibilidade. Nenhum critério isolado garante
    desempenho.
    Santa Tereza do Oeste, 31 de outubro de 2026.
    Willians Lopes
    Responsável Técnico
    CRQ: 09406076, 9ª Região
    NT-TEC-FUN-01 | Revisão 00 | Altha Cor Tintas Ltda
  9. REFERÊNCIAS
    [1] KTA-TATOR. Saponification: From Paint to the Grave. Disponível em:
    https://kta.com/saponification-paint-grave/. Acesso em: 31 out. 2026.
    [2] RILEM; EUROPEAN COMMITTEE FOR STANDARDIZATION. RILEM
    CPC-18R1 e BS EN 14630:2006: determinação da profundidade de
    carbonatação por indicador de pH. Edições a confirmar.
    10
    [3] KTA-TATOR. Let’s Talk About Testing for Moisture Content in Concrete.
    Disponível em: https://kta.com/testing-for-moisture-content-in-concrete/.
    Acesso em: 31 out. 2026.
    [4] SSPC; NACE. SSPC-SP 13 / NACE No. 6: Surface Preparation of
    Concrete. Edição a confirmar.
    [5] MASTER PAINTERS INSTITUTE. MPI 223: Primer, Alkali Resistant,
    Solvent Based. Disponível em: https://www.mpi.net/apl/MpiNumber.asp?
    ID=223000. Acesso em: 31 out. 2026.
    [6] MASTER PAINTERS INSTITUTE. MPI 3: Primer, alkali resistant, water
    based. Disponível em: https://www.thenbs.com/publicationindex/
    documents/details?Pub=MPI&DocId=356188. Acesso em: 31 out. 2026.
    [7] ASTM INTERNATIONAL. ASTM D7234: Standard Test Method for Pull
    Off Adhesion Strength of Coatings on Concrete Using Portable Pull-Off
    Adhesion Testers. Edição a confirmar.
    [8] KTA-TATOR. Let’s Talk About In-Process and Post-Application Adhesion
    Testing. Disponível em: https://kta.com/in-process-and-post-application
    adhesion-testing/. Acesso em: 31 out. 2026.
    [9] ASTM INTERNATIONAL. ASTM D3359: Standard Test Methods for
    Rating Adhesion by Tape Test. Edição a confirmar.
    [10] ASTM INTERNATIONAL. ASTM D4263: Standard Test Method for
    Indicating Moisture in Concrete by the Plastic Sheet Method. Edição a
    confirmar.
    [11] ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6118:
    Projeto de estruturas de concreto. Edição a confirmar no catálogo ABNT.
  10. BASE DE VERIFICAÇÃO DAS FONTES
    A coluna de verificação informa o que foi efetivamente conferido, com acesso
    em 31/10/2026. Normas de acesso comercial restrito foram verificadas por escopo
    oficial ou por fonte técnica que as descreve, não por leitura integral da cláusula.
    Tabela 5: Base de verificação das fontes citadas
    Nº O que sustenta no documento
    [1]
    [2]
    [3]
    [4]
    Alcalinidade do concreto, origem da água,
    faixas de pH, mecanismo e classificação de
    ligantes
    Uso normatizado da fenolftaleína para
    carbonatação e redução de pH superficial
    Verificação
    Texto integral lido
    Confirmado em documentos
    institucionais
    Efeitos da umidade, limitações dos métodos
    de campo
    Remoção de desmoldante, eflorescência e
    compostos de cura
    Texto integral lido
    Escopo citado em fonte documental
    NT-TEC-FUN-01 | Revisão 00 | Altha Cor Tintas Ltda
    Nº O que sustenta no documento Verificação
    [5] Existência de padrão de primer alcalino
    resistente de base solvente para concreto
    vertical
    Registro oficial lido
    [6] Padrão de primer alcalino-resistente de base
    água para concreto vertical, reboco e
    alvenaria
    Registro de publicação consultado
    [7] Método de arrancamento em concreto;
    ausência de critério de aceitação
    Escopo oficial consultado
    [8] Escopo dos métodos de aderência; aderência
    não preditora de durabilidade
    Texto integral lido
    [9] Aplicação a substrato metálico e limites de
    espessura
    Escopo e descrição técnica consultados
    [10] Método de película plástica para umidade Descrito por fonte técnica
    [11] Idade de referência de 28 dias Uso consolidado; edição a confirmar
  11. HISTÓRICO DE REVISÕES
    Tabela 6: Histórico de revisões
    Revisão Data Alterações
    00 31/10/2026 Emissão inicial.
    Fonte: elaboração própria